Novo vídeo chocante: ‘mercados molhados’ sangrentos ainda abertos por toda a Ásia

 

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18 de maio de 2020

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NOVO VÍDEO CHOCANTE: ‘MERCADOS MOLHADOS’ SANGRENTOS AINDA ABERTOS POR TODA A ÁSIA

A PETA diz que a Organização Mundial da Saúde deve exigir o encerramento por parte dos governos dessas operações imundas – pelo bem de todos

Lisbon – Enquanto o novo coronavírus continua a infetar e matar pessoas em todo o mundo, a PETA publica novas imagens de vídeo, gravadas nas últimas semanas, mostrando os imundos mercados de animais vivos repletos de cães, morcegos, macacos, civetas e cobras, ainda em funcionamento no Camboja, na China, na Indonésia, na Tailândia e no Vietname.

O vídeo mostra civetas (referidos como tendo ligação ao SARS) e morcegos (referidos como tendo ligação ao COVID-19) vivos, a serem vendidos na Indonésia, assim como macacos, pássaros e gatos em jaulas – todas elas cobertas por camadas de comida apodrecida e fezes – em cima umas das outras e encostadas umas às outras. Um coelho entrou em convulsões e morreu mesmo em frente ao investigador. Na Tailândia, patos e galinhas (referidos como tendo ligação à gripe das aves) encontravam-se amontoados lado a lado em jaulas. Nas Filipinas, trabalhadores em chinelos de dedo percorriam soalhos cobertos de sangue e cortavam carcaças de porcos e pássaros com as mãos nuas. No Vietname, as cabeças cozinhadas e outras partes dos corpos de cães empilhavam-se num balcão junto a animais vivos. Sangue, entranhas e água cobriam o chão de cada mercado.

A PETA e os seus afiliados internacionais estão a usar as imagens de vídeo para renovar o seu apelo à Organização Mundial da Saúde para que incite ao encerramento dos mercados de animais vivos em todo o mundo. Até ao momento, a campanha foi apoiada por mais de 250,000 pessoas.

“A próxima pandemia mortal é inevitável enquanto mercados cheios de animais doentes e em stress continuarem abertos”, diz a fundadora da PETA, Ingrid Newkirk. “A PETA apela aos oficiais de governo que encerrem estas placas de Petri para pandemias.”

A PETA – cujo lema diz, em parte, que os “animais não são nossos para comermos” e que se opõe ao especismo, uma visão do mundo de supremacia humana – faz notar que os surtos de gripe suína, gripe das aves, HIV, febre aftosa, doença das vacas loucas e outras doenças também tiveram origem na captura ou criação de animais para comida.

A PETA Ásia apelou aos ministros da saúde da China, Indonésia, Tailândia e outros países asiáticos para fecharem os “mercados molhados” dos seus países, mas ainda não recebeu resposta de nenhum deles.

Para mais informação, por favor visite PETA.org.uk.

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