Pressão Para A Proibição De Angorá A Diretoria Da Farfetch

 

Para divulgação imediata:

24 de setembro de 2019

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PRESSÃO PARA A PROIBIÇÃO DE ANGORÁ A DIRETORIA DA FARFETCH

Sendo um dos acionistas, a PETA EUA irá pedir à plataforma de moda online na sua primeira AGM que pare de vender o material cruelmente obtido

Porto – Uma vez que a Farfetch tem plena consciência da extrema crueldade implicada na produção dos itens de angorá vendidos no seu site, seguirá a plataforma de moda online os passos de mais de 340 designers e retalhistas, tais como a Gucci, a Burberry e a Selfridges, que já baniram o fio de pelo de coelho? Essa é a pergunta que uma representante da PETA EUA colocará no encontro anual da empresa amanhã no Porto.

 

Quando:         Quarta-feira, 25 de setembro, 10 da manhã

Onde:              Sheraton Porto Hotel & Spa, Rua Tenente Valadim 146, 4100-476 Porto

 

“Nenhum ser vivo sensível deveria ser sujeitado ao sofrimento por que passam os coelhos angorás quando o seu pelo é-lhes arrancado,” diz a diretora da PETA, Elisa Allen. “A PETA está a solicitar a Farfetch que tome uma posição contra o sofrimento, seguindo a liderança de muitas marcas de moda e retalhistas de ponta, encerrando a venda de angorá nos seus sites.”

A exposição da PETA de quintas de coelhos angorás na China – que é a fonte de 90% do angorá no mundo – revelou que os coelhos, os quais são animais extremamente sociais, eram postos em isolamento em jaulas pequenas e que, a cada três meses, os animais aterrorizados eram esticados em pranchas ou pendurados do teto, enquanto trabalhadores arrancavam o seu pelo ao som dos seus gritos de dor. Outros são suspensos do teto antes do seu pelo seja cortado ou tosquiado; e a sua pele delicada é aberta por instrumentos afiados à medida que lutam desesperadamente por se libertarem.

No ano passado, depois de ter recebido mais de 100,000 apelos de apoiantes da da PETA e de seus afiliados internacionais a fim de banir todo o pelo – incluindo o angorá – a Farfetch anunciou que “produtos feitos inteiramente de pelo ou criado a partir de aparas de pelo” seriam banidos até dia 31 de dezembro de 2019. Contudo, recusa-se a confirmar se a proibição inclui o angorá, tornando-se assim um dos pontos de venda restantes onde um diminuto número de designers pode vender os seus produtos cruelmente produzidos.

A questão completa perguntada pela representante da PETA EUA está disponível mediante solicitação.

A PETA – cujo lema dita, em parte, que “os animais não são nossos para vestir” – opõe-se ao especismo, o qual é uma visão supremacista humana do mundo. Para mais informações, por favor, visite PETA.org.uk.