ASOS, Burberry e Helsinki Fashion Week Entre Os Vencedores Dos Prémios De Moda Da PETA 2018

 

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26 de novembro de 2018

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ASOS, BURBERRY E HELSINKI FASHION WEEK ENTRE OS VENCEDORES DOS PRÉMIOS DE MODA DA PETA 2018

O grupo elogia marcas de luxo, momentos de moda e companhias progressistas que se afirmaram em prol dos animais este ano

Lisboa – Na medida em que os consumidores continuam a exigir roupas e acessórios éticos para os quais animais não foram espancados, abatidos ou esfolados – bem como materiais que são mais amigos do ambiente – a indústria da moda está a prestar atenção. Os PETA Fashion Awards (prémios de moda), celebram as marcas de luxo, os momentos de moda e as companhias inovadoras que se afirmaram a favor dos animais em 2018.

Marcas como a Coach, Burberry, Michael Kors e Diane von Furstenberg criaram o Maior momento de moda de luxo deste ano ao proibirem as peles em futuras coleções, e a Helsinki Fashion Week foi galardoada com o prémio Evento de moda mais progressista pela sua decisão de proibir o couro nas suas passarelas a partir de 2019. Mais de 300 marcas comprometeram-se com a proibição de mohair, resultando no Maior momento de moda popular. A Ecopel recebeu o Prémio de inovação pelo seu novo tecido de pele sintética feito de garrafas de plástico recicladas, enquanto que a ASOS foi distinguida por ser a Plataforma online mais progressista ao anunciar que irá proibir o mohair, a seda, as penas e a caxemira.

“O veganismo é agora o estilo de vida que mais cresce em todas as economias desenvolvidas, e os consumidores procuram comprar roupas e acessórios que sejam coerentes com os seus valores, tanto em relação aos animais como ao planeta,” diz a diretora da PETA, Elisa Allen. “A indústria da moda está cada vez mais a acolher tecidos vegan, e os dias de tratar os seres sensíveis como matérias-primas estão contados.”

Outros vencedores incluem a Felder Felder, que recebeu o Prémio de colaboração pela sua parceria com a Ecoalf na criação de uma coleção pequeno de casacos feitos de materiais reciclados; a Jakke, que venceu o prémio Melhor coleção isenta de lã pela sua nova linha de malhas que orgulhosamente proclama ser “Isenta de lã”; a Save the Duck, que foi distinguida com o prémio Melhor marca isenta de penugem pelos seus agasalhos isentos de enchimento de origem animal; a Alexandra K, que levou para casa o prémio Melhores malas vegan pelos seus acessórios inovadores em couro de maçã; a Dr Martens, que ganhou o prémio de Melhor coleção de botas vegan pela sua linha vegan, exibida em vistosas vitrines com temas vegan; e a Veja, que arrecadou o prémio de Melhor coleção de sapatos vegan pela sua coleção de couro vegan e algodão orgânico.

A PETA – cujo lema dita, em parte, que “os animais não são nossos para que os possamos vestir” – observa que a transformação da pele de animais em roupas requer enormes quantidades de energia e produtos químicos perigosos, que são prejudiciais para o ambiente. O relatório Pulse of the Fashion Industry revelou que três dos quatro materiais mais nocivos para o ambiente são derivados de animais. Determinou-se que o couro – seguido da seda – é o material mais poluente na moda, tendo o dobro do impacto das fibras como o acrílico e o poliéster. Um relatório da empresa de investigação, a CE Delft, descobriu que a produção de uma peça de vestuário feita de peles de animais é até 10 vezes mais prejudicial para o ambiente do que se fosse produzida com peles artificiais.

Para mais informações sobre cada categoria e para ver todos os vencedores, por favor visite o site PETA.org.uk.

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